segunda-feira, 9 de novembro de 2009

Fêmea...

Vem e me rasga o peito...
Arranca o eu aprisionado em mim...
Finalmente me veja fêmea...
Sinta-me nua em pura pela...
E nervos...
Sou toda apelos...
faz com que eu sinta!
Derreta o sangue do meu corpo...
Faz com que eu incendeie...
Preciso sentir o seu peso, sua fome...
Deixa eu ser frágil...
Deixa eu perder...
E com a pressa que sempre tive...
Liberta-me para a paz...
Faz com que eu amanheça em gozo...
Serena, domada, mulher!

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